Conquanto impregnadas de anseios partidários que na teoria deveriam confundir-se, as partes envolvidas figuram-se moralmente desprovidas do direito de proferir calúnias uma à outra, visto que o Sr Magal, apropriador indevido de escrita alheia à sua intelectualidade porquanto encontra-se mergulhado em condição ignóbil, que lhe é peculiar e que às nossas vistas, posto que tentemos, não passa ignota, possui no Sr Ivanildo, pessoa à qual o texto foi dirigido, um concorrente à sua altura para a disputa de maior detentor de hipossufiência hostil de coeficiente de raciocínio.
EM OUTRAS PALAVRAS: MAGAL NÃO “LAVA A CUECA“ DE IVANILDO E A RECÍPROCA É VERDADEIRA...
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